Dra. Fernanda Borges

Psicóloga • CRP 5-77866

Atuo na Psicologia Clínica e na Saúde Pública, com experiência no acompanhamento de pessoas em sofrimento psíquico e na condução de situações de maior complexidade.


Meu trabalho é fundamentado na Terapia Cognitivo-Comportamental, com uma abordagem individualizada que considera a história, os comportamentos, os vínculos e as necessidades de cada pessoa.

Supervisão clínica para psicólogos

Casos complexos exigem mais do que conhecimento teórico. Exigem raciocínio clínico, análise e decisões fundamentadas.


Ofereço supervisão clínica para psicólogos que acompanham situações envolvendo comportamento suicida, autolesão, dependência química, comportamentos aditivos e outras demandas de maior complexidade.


Um espaço de discussão técnica para aprofundar hipóteses clínicas, avaliar riscos, organizar prioridades e refletir sobre possibilidades de condução terapêutica.

Psicoterapia individual

Um espaço de escuta, avaliação e acompanhamento psicológico para pessoas que enfrentam ansiedade, dificuldades emocionais, crises, conflitos familiares e outras situações que interferem na qualidade de vida.


Cada acompanhamento é construído a partir de uma avaliação individualizada, considerando os fatores envolvidos no sofrimento e as estratégias terapêuticas mais adequadas para cada realidade.

Sou Fernanda Borges, psicóloga clínica, com especialização em Suicidologia, Saúde Pública e Saúde Mental e Terapia Cognitivo-Comportamental.


Minha experiência no CAPS AD III, em Belford Roxo/RJ, envolve o acompanhamento de pessoas em situações de sofrimento psíquico, dependência química, crises e diferentes contextos de vulnerabilidade.


Essa trajetória ampliou minha compreensão sobre a complexidade dos casos clínicos e a importância de uma atuação que considere cada pessoa em sua totalidade.


Hoje, levo essa experiência tanto para os atendimentos psicológicos quanto para a supervisão de profissionais que desejam aprofundar suas análises e aprimorar sua prática clínica.

Uma trajetória construída entre a prática clínica e a Saúde Pública.

Você reconhece os sintomas.
Mas como organiza as decisões diante de um caso complexo?

Na prática clínica, nem sempre as demandas aparecem de forma clara. Um paciente pode procurar atendimento por ansiedade e, durante a avaliação, revelar episódios de autolesão, uso de substâncias ou outros fatores que exigem atenção.


A supervisão clínica permite discutir essas situações, revisar hipóteses, identificar informações que precisam ser investigadas e desenvolver um raciocínio mais estruturado para a condução dos casos.


O objetivo é contribuir para uma prática profissional mais crítica, fundamentada e responsável, respeitando a singularidade de cada paciente.

DIFERENCIAL DA SUPERVISÃO

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